Di Vetro, primeira franquia de perfumes importados do Brasil, com sede e seis lojas no Paraná, supera crise e reabre oportunidade de expansão para novos franqueados em todo o Estado
Com mais de 50 marcas de produtos internacionais, dentre elas, Dolce &
Gabbana, Givenchy, Lancôme, Dior, Calvin Klein, rede oferece centro de distribuição de produtos, compras em escala, suporte ao franqueado e a experiência de mais 25 anos no setor.
Di Vetro: baixa concorrência e produtos desejados pelo consumidor
Nascida e localizada em Curitiba (PR), a primeira franquia de perfumes e cosméticos importados do Brasil está voltando a franquear: a Di Vetro anuncia ao mercado que está com oportunidades para quem desejar se tornar parceiro da marca e quer implantar uma unidade franqueada num raio de 200 km da franqueadora. “Passamos por uma intensa reformatação de conceitos e processos operacionais e estamos prontos para conceder nossa marca aos empreendedores interessados em investir no segmento, que está bastante aquecido”, informa Gustavo Courbassier, sócio-franqueador.
A Di Vetro é uma rede varejista que oferece mais de 50 marcas de perfumes e cosméticos importados, bastante conhecidas do público brasileiro: Dior, Lancôme, Dolce & Gabbana, Prada, Givenchy, Shiseido, Calvin Klein, Moschino, Azzaro, Giorgio Armani, Ralph Lauren, Kenzo, Carolina Herrera, Yves Saint Laurent, entre outras. Também trabalha com grandes nomes da perfumaria nacional, oferecendo preços competitivos e as novidades mais desejadas, inclusive em acessórios para maquiagem e outros itens de beleza, como secadores de cabelos, pranchas e modeladores. “Nosso mix de produtos é bem completo e atende toda a linha de beleza feminina e masculina. Temos muitos itens infantis e para presentear, em diversas faixas de preço, porque atendemos desde o público AA até o C”, comenta Celi Lobo, que atua no segmento desde 1994 e fundou a empresa.
A franquia Di Vetro
A Di Vetro oferece ao mercado algumas opções de lojas: poderão ser instaladas lojas tradicionais, em shoppings ou em ruas de grande movimento, nas quais serão investidos cerca de R$ 300 mil, valor que inclui a taxa de franquia, de R$ 50 mil, mais o estoque inicial, mobiliário e adequações do ponto. A estimativa do tamanho desta unidade é de 25 m2. Há, também, a opção de instalarem-se quiosques em shoppings. O investimento, neste caso, cai pela metade. A marca também estuda implantar o sistema store in store: a ideia é o franqueado poder implementar corners Di Vetro em lojas que desejem ter a venda terceirizada de produtos importados, agregando valor ao estabelecimento sem que, necessariamente, o varejista precise comandar esse departamento. “O sistema store in store é muito vantajoso para o varejista de uma loja de calçados ou roupas, por exemplo. Ele não precisará gerenciar as vendas de perfumaria porque nosso franqueado se responsabilizará pela aquisição dos produtos e abastecimento desse corner, bem como pela precificação e gerenciamento do estoque. O varejista apenas venderá os produtos e ficará com um bom percentual das vendas”, comenta Courbassier. Todas essas opções de franquia estão disponíveis para cidades num raio de 200 km de Curitiba, de maneira que a franqueadora consiga prestar suporte à rede franqueada adequadamente.
A história da Di Vetro
Atualmente com seis lojas próprias, sendo cinco delas em Curitiba (duas no Pollo Shopping, uma no shopping Cidade, uma no shopping Jardim das Américas, uma no shopping Omar) e uma na região metropolitana, em Pinhais, a marca Di Vetro nasceu a partir da experiência de Celi Lobo com o mercado varejista de cosméticos multimarcas. A empreendedora dirigia a Nossa Loja Cosméticos, na cidade de Santos (SP), e recebeu uma oferta de venda de suas lojas, passando a morar em Curitiba (PR). Lá, conheceu a marca Di Vetro e a adquiriu, tornando-a uma rede franqueada. “Porém, veio a crise econômica, em 2014, e, com ela, a substituição tributária sobre produtos importados, que passou de 7,3% para 53%. Chegamos a descredenciar franqueados, para que eles parassem de nos pagar royalties e conseguissem tocar suas lojas, de maneira independente, porque sem estruturamos uma central de compras e uma importadora não conseguíamos deixar o negócio interessante para eles. Foi a hora de pararmos de franquear e arrumarmos a casa”, lembra Celi Lobo.
Nesses anos que se passaram, a marca se reinventou e driblou as dificuldades: a importadora foi criada e passou a operar e a central de compras tem capacidade de abastecer a rede. “Agora, com seis lojas próprias, temos volume de compras – e somos competitivos”, comemora Celi. “É hora de franquear com total segurança”.
Dólar alto: um aliado da marca
Como o setor já enfrenta a alta carga tributária, o dólar alto e consegue ser competitiva? A resposta está justamente no fato de que o brasileiro deixou de viajar e trazer muitos produtos importados – mas, continua apreciando-os. “Não vale mais a pena trazer perfumes de fora, se eles custam o mesmo aqui e ainda podem ser pagos em parcelas. Temos lançamentos mundiais, simultaneamente, e as compras em escala, por importadora, nos permite desenvolver um relacionamento com as marcas muito interessante, que nos dá benefícios que são repassados aos clientes”, explica Celi Lobo.
Ao lado de Gustavo Courbassier, ela sabe que fará a Di Vetro crescer de maneira consistente. “Queremos abrir mais cinco lojas neste ano e dez em 2021”, explica o sócio. Com a experiência de Celi Lobo no setor e a vivência de Courbassier – que já foi alto executivo de marcas como Estrela (brinquedos) e Crediare(financeira do Banco Bradesco e Lojas Colombo), além de CEO das lojas Colombo para citar algumas operações do varejo. A marca pretende voar longe.
Marca: Di Vetro
Tipo de negócio: Primeira franquia de perfumes e cosméticos importados do Brasil
Ano da fundação: 1994
Início da franquia no Brasil: 2013
Total de unidades no Brasil: 6 próprias
Investimento inicial: de R$ 300 mil (incluindo a taxa de franquia, capital de giro e estoque inicial)
Taxa de franquia: R$ 50 mil
Capital de giro: R$ 50 mil
Royalties: 3% do faturamento bruto mensal
Taxa de publicidade: 1,5% do faturamento bruto mensal
Área mínima: De 20 m2 (quiosque) a 120 m2
Nº de funcionários: De 2 a 8
Faturamento bruto: média de R$ 80 mil/mês
Lucro líquido: 12%
Prazo de retorno: De 30 a 48 meses
Ponto de Equilíbrio: 6 meses
Prazo de contrato: 5 anos
Apoio ao franqueado: Gestão participativa dos franqueados, orientação na seleção do ponto comercial; equipe de suporte ao franqueado; treinamento operacional ao franqueado e equipe; manuais de gestão; consultoria comercial, administrativa, financeira e operacional, software de gestão, fornecedores homologados.
Telefone: (41) 3016-9522
E-mail: franquia@divetro.com.br
Site: www.divetro.com.br
Livro "Mulheres do Agronegócio" retrata história
de criadora catarinense de Senepol
Livro com histórias de superação de mulheres no agro
traz a trajetória da pioneira do Senepol em Santa Catarina
O 4º CNMA - Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio, realizado na capital paulista nos dias 8 e 9 de outubro, foi o cenário escolhido para o lançamento do livro "Mulheres do Agronegócio: inspirações para vencer desafios dentro e fora da porteira". Escrito por Roberta Páffaro, Andrea Cordeiro, Mariely Biff e Ticiane Figueiredo, com prefácio de Luiz Cornacchioni e introdução de José Luiz Tejon, a obra traz 50 histórias inspiradoras de mulheres que enfrentaram desafios e tiveram de superar barreiras até se tornarem referências no setor.
Um dos cases de sucesso apresentados pelo livro é o de Maria Vitória Proença, sócia-proprietária do Senepol Vitória e pioneira na introdução da raça em Santa Catarina, seu estado natal. "Esse é um livro inovador, com muitas mulheres guerreiras. É um orgulho imenso estar junto com essas feras do agro", conta animada.
Ao contrário da maioria dos herdeiros de pecuaristas, Maria Vitória não veio de uma família tradicional de fazendeiros. Seu pai, Antônio Proença, iniciou a carreira como empregado de fazenda e entregador de leite. "Foi ele quem me ensinou o amor pelo campo", conta Maria Vitória. Após o falecimento do pai, quando ela tinha apenas 13 anos, sua mãe, Eliane Faé, assumiu a fazenda e, hoje, ajuda a filha a tocar o Senepol Vitória.
"Fui pioneira na raça em Santa Catarina. Eu me apaixonei pelo Senepol e, em 2015, nós implantamos na fazenda 10 embriões oriundos da genética do Senepol da Mata que, no ano seguinte, deram origem aos primeiros animais", fala sobre as três primeiras fêmeas, as suas 'joias preciosas'. Hoje, o rebanho conta com 25 animais puros Senepol e 180 animais cruzados britânicos.
Técnica formada em Agropecuária pelo Instituto Federal Catarinense (IFC) e atualmente estudante de Zootecnia pela UDESC – Universidade do Estado de Santa Catarina, Maria Vitória se divide entre as cidades de Chapecó, onde cursa a graduação, e de Rio das Antas, sede da fazenda. E ainda atua como coordenadora da Ala Jovem do Senepol, órgão oficial da ABCB Senepol composto por jovens criadores, sucessores e estudantes, unidos para trabalhar em prol da raça no Brasil.
Maria Vitória Proença é uma apaixonada pelo Senepol e prevê um futuro promissor para a raça no País. "Amo o que faço e me dedico com todas as forças para dar o meu melhor e aprender a ser melhor", finaliza
• GLOBALG.A.P. atualiza normas e exige mais segurança alimentar dos exportadores de frutas
• Agricultores brasileiros já trabalham sob a norma atualizada para comercializar com os países mais exigentes e produzir com menos resíduos de agrotóxico e com segurança total
• Os cerca de quinhentos produtores brasileiros que são certificados GLOBALG.A.P. para atender o exigente mercado da União Europeia, desde a virada do semestre, já estão cumprindo a atualização da norma, a mais importante certificação internacional de Boas Práticas Agrícolas para exportação de frutas, legumes e verduras dirigida aquele mercado. O protocolo publicou uma nova versão, a 5.2, em fevereiro deste ano, enfatizando a preocupação cada vez maior com a segurança alimentar dos produtos e dos consumidores. E os produtores e as certificadoras precisam seguir as novas diretrizes desde agosto.
• Basicamente, três pontos foram reformulados, todos voltados essencialmente para a segurança dos alimentos e dos consumidores finais. O primeiro trata das informações que precisam integrar os rótulos das embalagens, envolvendo substâncias que podem causar alergias e contaminações, além de conservantes. "Isso é um ponto muito importante da nova versão para os fruticultores atenderem. Elas são questões obrigatórias exigidas pela legislação das nações que compram dos países exportadores. Os produtores precisam saber antes e se adequar às regras. Geralmente, a rotulagem é enviada pelos importadores, que ilustram o que deve constar. Porém, os exportadores devem ficar atentos e conhecer muito bem os insumos utilizados no seu sistema produtivo e todas as moléculas que não devem ser usadas”, esclarece Matheus Modolo Witzler, Responsável Técnico GLOBALG.A.P. do Serviço Brasileiro de Certificação (SBC), empresa que trabalha na certificação de produtores de frutas, vegetais e grãos que exportam para os mais exigentes mercados internacionais, sob o escopo da certificação GLOBALG.A.P..
• A norma ainda trata dos procedimentos para os produtos considerados não conforme. O produtor precisa comprovar salvaguardas para garantir ao cliente comprador e ao consumidor final ações de segurança alimentar. E ainda torna obrigatória conhecimento dos auditores e inspetores GLOBALG.A.P. no GFSI (Global Food Safety Iniciative). O GLOBALG.A.P. faz parte de todos os mais importantes protocolos de boas práticas agrícolas e querem que os auditores e inspetores conheçam os requisitos GFSI. “E os auditores e inspetores terão de fazer uma prova de avaliação para comprovar que conhecem a fundo os termos do GFSI. É mais um passo, muito importante, dado pelo protocolo no sentido de garantir ao consumidor a segurança dos alimentos. É o agricultor produzir com mais segurança ainda”, reforça Matheus Modolo Witzler.
• O executivo do SBC Certificações participou de um treinamento especial em Petrolina (PE), no início deste mês, para conhecer e entender as modificações implementadas na Certificação GLOBALG.A.P., que surgiu há vinte anos, está presente em mais de 160 países e atende supermercados e redes de varejo europeus que desejam comprar produtos que sigam requisitos sociais de segurança alimentar e proteção ambiental. O treinamento foi ministrado pela empresa ‘Train to Comply’ e dirigido a produtores, certificadoras, consultores e inspetores. “Foi uma ótima oportunidade para aprendermos bem como interpretar corretamente a Versão 5.2 do protocolo, saber como as certificadoras estão trabalhando, ouvir os fruticultores e conhecer novos projetos e consultores. Dois dias muito intensos e proveitosos”, conta Matheus Witzler.
• Matheus voltou a Petrolina nesta semana, onde participou da reunião anual da Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (ABRAFRUTAS), realizada dentro da programação do Congresso Brasileiro da Fruticultura. “Somos associados da entidade desde o início do ano e pela primeira vez marcamos presença no evento. Atualizamos as informações sobre os países importadores das nossas frutas e grãos e prosseguimos na discussão sobre um importante projeto conjunto, a criação do protocolo 'Frutas do Brasil', que vai orientar os produtores e estreitar ainda mais os laços de nossos produtos com as exigências de fornecedores e consumidores mundiais”, adianta Matheus Witzler.
• O mercado brasileiro exportador de frutas pelo protocolo GLOBALG.A.P. envolve aproximadamente quinhentos produtores. Pernambuco é o principal estado comercializador, com metade dos exportadores dentro da certificação GLOBALGAP. Em segundo vem São Paulo e em terceiro a Bahia. O SBC Certificações já está auditando os processos dos fruticultores na nova versão do protocolo. A empresa trabalha atualmente com 20 produtores de limão, uva, figo, laranja, manga e soja. Em propriedades dos estados de São Paulo, Pernambuco e do Piauí. "Nossa meta é atingir pelo menos oitenta produtores até 2023. E o grande passo que pretendemos dar é entrar em Pernambuco com nossa equipe de auditores e atuar mais forte ainda na Fruticultura, ao lado da Abrafrutas”, informa Witzler.
• Para isto, o SBC vai estruturar ações conjuntas com o IBD Certificações, empresa 100% nacional, maior certificadora da América Latina de produtos orgânicos e a única certificadora brasileira de produtos orgânicos com credenciamento IFOAM (mercado internacional), ISO/IEC 17065 (mercado europeu-regulamento CE 834/2007), Demeter (mercado internacional), USDA/NOP (mercado norte-americano) e aprovado para uso do selo SISORG (mercado brasileiro), o que torna seu certificado aceito globalmente. Além dos protocolos de certificação orgânica, o IBD oferece também certificações de sustentabilidade: RSPO (Roundt
• able on Sustainable Palm Oil), UEBT (Union for Ethical BioTrade), Fair Trade IBD, UTZ (café, cacau), RFA (Rainforest Alliance), 4C (café), ISCC e FSA by SAI Platform. A empresa tem sede em Botucatu (SP) e atua em todos os Estados brasileiros, além de cerca de 30 outros países. As duas empresas pretendem atuar juntas em todas as questões envolvendo certificações de sistemas produtivos de frutas visando à exportação. “E tudo passará pelo SBC, que é a empresa associada à Abrafrutas”, pontua o executivo do SBC. Matheus acrescenta que todos que fazem parte da cadeia necessitam estar atentos, até porque a Europa quer que o resíduo de agrotóxico nas plantas seja cada vez menor. “O futuro que estamos falando é de alimentos com cada vez menos resíduo. É o produtor produzir ainda com mais segurança. E todas as mudanças propostas nos protocolos internacionais seguem nesse sentido, além de serem reais, plausíveis. Vivemos em um mundo que muda a todo momento e quer entender e conhecer muito bem o tipo de alimento que consome”, conclui Matheus Witzler
Inbrasfama
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Inspiramais comemora 10 anos com o tema Sincronia nos dias 14 e 15 de janeiro de 2020
Reconhecido pelo mercado como único salão que unifica diferentes
indústrias com linguagem e método de construção de moda nacional, o Inspiramais comemora 10 anos e atrai o mercado latino-americano
A próxima edição do Inspiramais já tem data marcada: 14 e 15 de janeiro de 2020. Único Salão de Design e Inovação de Materiais da América Latina, celebra a 20ª edição e, hoje, é tido como o principal evento de design, tecnologia e inovação de toda a cadeia da moda brasileira. Ou seja, tudo que será produzido pelos fornecedores de materiais, através das referências assinadas pelos projetos que ocorrem dentro do Inspiramais, posteriormente será utilizado para o desenvolvimento de produtos para o consumidor final dos setores calçadista, confecção, bijuterias, moveleiro e acessórios.
Mais do que isso, o Salão apresenta metodologia, tema específico, tabela de cores e materiais diferenciados absorvidos por grande parte da indústria brasileira – o que repercute em uma cadeia de produtos que falam a mesma linguagem de cores e conceito – e que amplia a visibilidade e as vendas da moda brasileira para os mais diversos países do mundo.
O Inspiramais tem entrada gratuita para profissionais do setor e acontecerá no Centro de Eventos Pró Magno, em São Paulo. Informações já podem ser obtidas pelo site
www.inspiramais.com.br
SINCRONIA como tema para toda a indústria
Para esta edição o tema que será usado por toda indústria será Sincronia: a sincronia que traz a interpretação e reinterpretação de conceitos, que contém o antigo e o novo, que se misturam. Uma reflexão de quem somos nós mesmos e as camadas que nos constroem.
Referências utilizadas:
Renascimento – Séculos XIV a XVI – como linha de pensamento
No Renascimento surgiram os “humanistas”, intelectuais que se preocupavam com o homem a partir de vários pontos de vista. Tudo o que afeta o ser humano: a moral, a sociedade, o urbanismo, a arte, a medicina, a engenharia e a ciência, tornam-se objeto de interesse, estudos e obras. O olhar preciosista para os ideais da antiguidade clássica – greco-romana.
A razão, de acordo com o pensamento da Renascença, era uma manifestação do espírito humano que colocava o indivíduo mais próximo de Deus. Ao exercer sua capacidade de questionar o mundo, o homem simplesmente dava vazão a um dom concedido por Deus (neoplatonismo).
Hoje:
Inteligência Artificial, conectividade, as redes, o futuro é agora, evolução das ciências – medicina, computação e a busca incessante por respostas tornam o homem atual um questionador sem limites.
Nunca na história foi possível ter tantas referências ao seu dispor, podendo combinar passado e presente em uma relevante renovação de repertório, artístico, social e científico. A valorização do gosto do consumidor, que não precisa mais adaptar-se a um padrão, ganhando as atenções da indústria da moda sem julgamentos, flertando com conceitos de exagero e opulência.
“A velocidade da informação e a sua descentralização e as evoluções da ciência e da tecnologia produzem vários pontos de vista que se conectam em um mundo à flor da pele, onde verdades, mentiras, o que é o belo e o que queremos esconder se conectam e vem à tona. Nunca vimos tantas referências a disposição das pessoas e estamos no meio de um processo de efervescência e na constante revisão de conceitos sobre a noção de humanidade. Uma efervescência criativa”, comenta Walter Rodrigues, designer, pesquisador e coordenador do núcleo de Design do Inspiramais.
Neste movimento, teremos uma moda onde há o encontro das velhas e novas referências e a Sincronia vem como um ponto de impacto, onde as diferenças se encontram para fertilizar o novo.
Pesquisa coloca o Brasil na linha de consumo mundial
O Inspiramais é resultado de um minucioso trabalho de pesquisa desenvolvido durante seis meses e que envolve uma equipe de consultores e designers, empresas de todos os estados do país, ciclos de palestras em mais de 20 polos industriais, missões
internacionais com compradores da América Latina e países da Europa e Ásia, e outros projetos inovadores – envolvendo toda a indústria, que unifica seus materiais em uma linguagem única para os produtos brasileiros e, assim, obtém mais assertividade no mercado.
“Falamos com a indústria, responsável pela produção dos mais diversos produtos de móveis, roupas, calçados, bijuterias e acessórios. Produtos que saem direto para o consumidor. Estamos estabelecendo um padrão de produtos mundialmente consumidos, dentro tendências internacionais, e conseguindo inserir uma cartela de cores genuinamente ‘made in Brasil’, com referências de nossas culturas e elementos regionais. Tudo dentro de um conceito de consumo que fala com o mundo. O Brasil não imaginava chegar neste patamar, e estamos conseguindo com o Inspiramais”, comenta Ilse Guimarães, superintendente da Assintecal – Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos, uma das entidades responsáveis pela realização do Inspiramais.
Além da Assintecal, o Inspiramais conta com a promoção
da Associação Brasileira de Indústria Têxtil e Confecção (ABIT), Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB) e Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e apoio de algumas das principais entidades setoriais do país, como ABEST, ABIACAV, Abicalçados,In-Mod, IBGM, Instituto By Brasil (IBB), ABVTEX, Francal, Ápice, Abimóvele Guia Jeans Wear.
Patrocínio:
Cipatex, Altero, Bertex, York, Sprint Têxtil, SappiDinaco, Wolfstore, Caimi&Liaison, Brisa/ Intexco, Aunde Brasil, Advance Têxtil, Cofrag, Endutex, Colorgraf, Componarte, Branyl, Suntex, Sultextil e Camaleoa.