Finanças empresariais: por que é importante controlar?
O autoconhecimento é a chave para conseguir encaixar as habilidades na área de atuação
Individualmente, cada ser humano possui talento especial, uma habilidade natural e para cada função há um perfil com o qual as pessoas tendem a ter maior sucesso. Mas o que acontece muitas vezes é que não há sintonia entre o perfil da pessoa e a função que ela exerce. Um dos grandes desafios das empresas é colocar a pessoa certa, no lugar certo. Acontece que para uma organização obter sucesso não é suficiente apenas que possua em seus departamentos os melhores profissionais, mas sim que consiga colocar os melhores profissionais, nos lugares que eles venham desenvolver todo o seu potencial.
Mas para que a pessoa certa esteja no lugar certo, é preciso “navegar” pelo autoconhecimento, ele é um processo de descobertas dos seus pontos fortes, bem como de suas fraquezas ou áreas de melhoria. “Durante essa indagação de si próprio, o indivíduo percebe se está em um lugar que não pode usar suas características mais marcantes, ou, se é cobrado por um talento que não tem. Assim, ele começa a refletir se está ocupando a posição correta”, destaca Cilene Noman, especialista em Gestão de Negócios e Master Coach.
Alinhado a isso, existe a orientação profissional, que também ajuda a identificar características pessoais que não foram percebidas. “Conhecendo a fundo seus interesses, objetivos e habilidades, você fica mais preparado para ter suas competências enquadradas na área de atuação”, diz Cilene.
Como ser a pessoa certa no lugar certo
A expressão a pessoa certa no lugar certo é usada quando há sintonia entre o perfil e o cargo, ou seja, quando a pessoa possui as características comportamentais adequadas à função, quando tem a possibilidade de ter seus valores motivacionais atendidos e seus melhores atributos sendo colocados em ação, assim ela estará agindo de acordo com sua natureza e, em consequência, desempenhará suas tarefas com competência e prazer.
Fonte: Cilene Noman, especialista em Gestão de Negócios e Master Coach. @nomandho - www.nomandho.com.br.
Foto: Fonte internet
Judicialização da política sindical nas relações coletivas de trabalho
*Paulo Sergio João
Nos últimos 30 dias, a tônica do discurso dos empossados, presidente da República, presidente do Senado e presidente da Câmara, foi de insistir no sentido de que as questões de natureza política não fossem judicializadas a fim de que se respeitassem os princípios democráticos da divisão de Poderes da República.
O presidente do Senado, quando esteve na cerimônia de abertura do ano judiciário no STF afirmou a "[...] obrigação constitucional de convivermos em harmonia. Qualquer gesto que vise à desarmonia entre os Poderes da República afronta a Constituição".
O presidente da Câmara, Arthur Lira lançou uma autocrítica ao Legislativo afirmando que "o processo de criminalização da política, iniciada há quase uma década, abalou a representatividade de diversas instituições e seus representantes. Não dá mais para que as decisões tomadas nesta Casa sejam constantemente judicializadas e aceitas sem sustentação legal. Resta a nós, investidos pelo poder popular, exercer a cada dia a boa política do entendimento, da conciliação e do equilíbrio".
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu aos líderes de partidos da base aliada do governo para que deixem de "judicializar a política". Em outro momento disse "aos aliados que não acionem o Supremo Tribunal Federal (STF) como instância revisora das leis aprovadas pela Câmara e pelo Senado, quando estas desagradam aos interesses do Palácio do Planalto, reconhecendo que seu partido e aliados têm 'culpa por tanta judicialização'".
"Eu tenho pedido aos meus colegas líderes do partido que é preciso parar de judicializar a política. Nós temos culpa de tanta judicialização. A gente perde uma coisa no Congresso Nacional e, ao invés de a gente aceitar a regra do jogo democrático de que a maioria vence e a minoria cumpre aquilo que foi aprovado, a gente recorre a uma outra instância para ver se a gente consegue ganhar", disse Lula.
A sintonia de tais discursos parece guardar relação muito próxima com o que se espera no âmbito do direito coletivo do trabalho.
Desde a Constituição Federal de 1988, a garantia de liberdade sindical e de organização sindical, portanto, têm passado usualmente pelo crivo de decisões judiciais definidoras da forma e modelo pelos quais os trabalhadores devem se organizar, definindo categoriais e excluindo interesses de agrupamentos profissionais, tudo sob o manto da preservação da unicidade sindical, sustentada exclusivamente pelo exercício do monopólio herdado desde 1943. Em resumo, o que se pretendeu mudar, não mudou porque o Judiciário decidia questões de natureza política.
Com o advento da reforma trabalhista de 2017 e a exclusão da contribuição sindical compulsória, tais situações tendem a mudar.
Trata-se especialmente de reconhecer a organização sindical com a expectativa gerada a partir das novas formas de entrega de trabalho e de prestação de serviços que, em todos os sentidos, deverá produzir uma transformação enorme na organização dos trabalhadores enquanto classe.
O MTE publicou, em 3 de fevereiro. Portaria de núm. 217, pela qual suspendeu, pelo prazo de 90 dias, "todos os procedimentos de análise, bem como as publicações relativas a processo de registro sindical" com a finalidade de adequação de procedimentos administrativos e normativos.
A judicialização política de questões trabalhistas refere-se, como dito anteriormente, à formação de novos sindicatos profissionais que, com a liberdade sindical que a Constituição Federal reconhece, venham a se apresentar como legítimos representantes e capazes de entabular negociação coletiva válida e eficaz. Não há mais espaço para controle da unicidade sindical pelo Ministério do Trabalho como pretende a Súmula 677 do STF, mais apegada a outro momento de ajuste constitucional. Com a extinção da contribuição sindical compulsória, o controle de polícia que fazia o Ministério do Trabalho, para assegurar o encaminhamento de valores arrecadados, foi ultrapassado.
Nos dias atuais, merecem destaque as organizações sindicais ou associações profissionais legítimas, que tenham ressonância como porta-voz da vontade dos representados.
A disputa entre sindicatos com o objetivo de buscar arrecadação acabou e nem mesmo, finalmente, a identificação de trabalhadores sindicalizados é permitida em razão do respeito à privacidade ideológica, reforçada pela Lei Geral de Proteção de Dados.
Dito isto, está claro que caminhamos para outro momento nas relações coletivas de trabalho. O que se espera é que não haja judicialização de questões de política sindical, permitindo que o Judiciário Trabalhista, de forma anômala como tem feito mesmo após a CF/88, venha a estabelecer regras, ferindo o princípio da liberdade sindical, ignorando a não interferência do Estado.
Deste modo, segue-se a orientação dos discursos do novo governo e lideranças das Casas do Legislativo no sentido de dar autonomia às formas de organização sindical legítimas e consistentes, sem judicialização.
*Paulo Sergio João é advogado e professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Vera Moreira Comunicação - Assessoria de Imprensa
(11) 99973-1474 | 3253-0729 - vera@veramoreira.com.br
*Paulo Sergio João
Nos últimos 30 dias, a tônica do discurso dos empossados, presidente da República, presidente do Senado e presidente da Câmara, foi de insistir no sentido de que as questões de natureza política não fossem judicializadas a fim de que se respeitassem os princípios democráticos da divisão de Poderes da República.
O presidente do Senado, quando esteve na cerimônia de abertura do ano judiciário no STF afirmou a "[...] obrigação constitucional de convivermos em harmonia. Qualquer gesto que vise à desarmonia entre os Poderes da República afronta a Constituição".
O presidente da Câmara, Arthur Lira lançou uma autocrítica ao Legislativo afirmando que "o processo de criminalização da política, iniciada há quase uma década, abalou a representatividade de diversas instituições e seus representantes. Não dá mais para que as decisões tomadas nesta Casa sejam constantemente judicializadas e aceitas sem sustentação legal. Resta a nós, investidos pelo poder popular, exercer a cada dia a boa política do entendimento, da conciliação e do equilíbrio".
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu aos líderes de partidos da base aliada do governo para que deixem de "judicializar a política". Em outro momento disse "aos aliados que não acionem o Supremo Tribunal Federal (STF) como instância revisora das leis aprovadas pela Câmara e pelo Senado, quando estas desagradam aos interesses do Palácio do Planalto, reconhecendo que seu partido e aliados têm 'culpa por tanta judicialização'".
"Eu tenho pedido aos meus colegas líderes do partido que é preciso parar de judicializar a política. Nós temos culpa de tanta judicialização. A gente perde uma coisa no Congresso Nacional e, ao invés de a gente aceitar a regra do jogo democrático de que a maioria vence e a minoria cumpre aquilo que foi aprovado, a gente recorre a uma outra instância para ver se a gente consegue ganhar", disse Lula.
A sintonia de tais discursos parece guardar relação muito próxima com o que se espera no âmbito do direito coletivo do trabalho.
Desde a Constituição Federal de 1988, a garantia de liberdade sindical e de organização sindical, portanto, têm passado usualmente pelo crivo de decisões judiciais definidoras da forma e modelo pelos quais os trabalhadores devem se organizar, definindo categoriais e excluindo interesses de agrupamentos profissionais, tudo sob o manto da preservação da unicidade sindical, sustentada exclusivamente pelo exercício do monopólio herdado desde 1943. Em resumo, o que se pretendeu mudar, não mudou porque o Judiciário decidia questões de natureza política.
Com o advento da reforma trabalhista de 2017 e a exclusão da contribuição sindical compulsória, tais situações tendem a mudar.
Trata-se especialmente de reconhecer a organização sindical com a expectativa gerada a partir das novas formas de entrega de trabalho e de prestação de serviços que, em todos os sentidos, deverá produzir uma transformação enorme na organização dos trabalhadores enquanto classe.
O MTE publicou, em 3 de fevereiro, Portaria de nº 217, pela qual suspendeu, pelo prazo de 90 dias, "todos os procedimentos de análise, bem como as publicações relativas a processo de registro sindical" com a finalidade de adequação de procedimentos administrativos e normativos.
A judicialização política de questões trabalhistas refere-se, como dito anteriormente, à formação de novos sindicatos profissionais que, com a liberdade sindical que a Constituição Federal reconhece, venham a se apresentar como legítimos representantes e capazes de entabular negociação coletiva válida e eficaz. Não há mais espaço para controle da unicidade sindical pelo Ministério do Trabalho como pretende a Súmula 677 do STF, mais apegada a outro momento de ajuste constitucional. Com a extinção da contribuição sindical compulsória, o controle de polícia que fazia o Ministério do Trabalho, para assegurar o encaminhamento de valores arrecadados, foi ultrapassado.
Nos dias atuais, merecem destaque as organizações sindicais ou associações profissionais legítimas, que tenham ressonância como porta-voz da vontade dos representados.
A disputa entre sindicatos com o objetivo de buscar arrecadação acabou e nem mesmo, finalmente, a identificação de trabalhadores sindicalizados é permitida em razão do respeito à privacidade ideológica, reforçada pela Lei Geral de Proteção de Dados.
Dito isto, está claro que caminhamos para outro momento nas relações coletivas de trabalho. O que se espera é que não haja judicialização de questões de política sindical, permitindo que o Judiciário Trabalhista, de forma anômala como tem feito mesmo após a CF/88, venha a estabelecer regras, ferindo o princípio da liberdade sindical, ignorando a não interferência do Estado.
Deste modo, segue-se a orientação dos discursos do novo governo e lideranças das Casas do Legislativo no sentido de dar autonomia às formas de organização sindical legítimas e consistentes, sem judicialização.
*Paulo Sergio João é advogado e professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Projeto EMBRAPII com a Volkswagen vai ampliar a automação e a conectividade dos veículos da marca
Parceria está firmada com a Unidade EMBRAPII ELDORADO por meio de recursos não reembolsáveis do programa Rota 2030
Esq. para dir.: Matthias Michniacki, vice-presidente de Desenvolvimento do Produto e Baureihe da Volkswagen do Brasil e Região SAM; Roberto Soboll, superintendente do Instituto ELDORADO; Ciro Possobom, COO da Volkswagen do Brasil e vice-presidente de Finanças e Estratégia de TI da Volkswagen do Brasil e Região SAM; Igor Nazareth, diretor de Planejamento e Relações Institucionais da EMBRAPII - Foto: Divulgação Instituto de Pesquisa ELDORADO
A Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII), a Volkswagen do Brasil e a Unidade EMBRAPII ELDORADO se uniram para desenvolver novas tecnologias e softwares para veículos da empresa. O acordo estratégico, firmado em 03 de agosto de 2022, se concentra em criar a segunda geração do sistema VW Play, responsável pela conectividade e automação de alguns modelos da montadora. A empresa MAB Módulos Automotivos de Brasil – do Grupo VW – também participa da parceria.
O VW Play estreou mundialmente em 2020, apenas no modelo Nivus, anunciado como um sistema de infotainment (informação e entretenimento) que marcava o início de uma nova era em conectividade, streaming e serviços. Segundo a Volkswagen, foi o primeiro a oferecer um ambiente virtual exclusivo para os clientes, com aplicativos e serviços inéditos em um veículo, permitindo inclusive, o agendamento de serviços e o acesso a aplicativos sem que o motorista precisasse dispor de memória de seu celular.
A nova geração deve trazer novidades como o carro conectado, telas maiores e com mais resolução e ainda mais capacidade de processamento. No mercado brasileiro, o VW Play já está presente atualmente nos modelos Polo, Virtus, Nivus, T-Cross, Taos e Jetta GLI.
O projeto de Inovação receberá recursos não reembolsáveis do Programa Rota 2030, iniciativa estruturada para apoiar a cadeia produtiva do setor de Mobilidade e Logística, incluindo as montadoras. A EMBRAPII é uma das coordenadoras do Programa.
“A mudança no comportamento dos consumidores impacta diretamente o modelo de negócio das montadoras no Brasil e no mundo. O projeto assinado hoje pela Volkswagen e pelo ELDORADO, que é uma Unidade EMBRAPII, tem potencial para ultrapassar as fronteiras nacionais. Carros inteligentes e conectados trazem vantagens que vão além do entretenimento, como segurança, praticidade, e até mesmo economia com a previsibilidade de manutenção”, destaca o diretor de Planejamento e Relações Institucionais da EMBRAPII, Igor Nazareth. Na sua análise, com a chegada do 5G no Brasil, a previsão é expandir cada vez mais os recursos de conectividade e automação dos veículos. E ele reforça que a EMBRAPII e suas Unidades estão preparadas para atender à demanda da indústria nacional e desenvolver seus projetos inovadores.
“Esse acordo é mais um passo importante que a Volkswagen dá na direção de se tornar uma empresa provedora de tecnologia. Tudo isso aproveitando o conhecimento local. Isso já ocorreu quando lançamos o VW Play e, com a segunda geração desse sistema, vamos além. Será uma evolução baseada na experiência dos usuários e pensada nos benefícios reais do cliente”, afirma Ciro Possobom, COO da Volkswagen do Brasil e vice-presidente de Finanças e Estratégia de TI da Volkswagen do Brasil e Região SAM.
Roberto Soboll, Superintendente do Instituto ELDORADO, acrescenta: “a parceria demonstra a relevância do Brasil no desenvolvimento de plataformas globais de software. Junto com a Volkswagen, o ELDORADO fará uso de sua ampla experiência em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias inovadoras, trabalhando na evolução do sistema de infotainment VW Play”.
Sobre a EMBRAPII
A EMBRAPII é uma Organização Social com Contrato de Gestão com os Ministérios de Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), Educação (MEC), Economia (ME) e Saúde (MS). A instituição garante, com recursos não reembolsáveis, parte do valor total do projeto da empresa que deseja inovar. Há mais de R$ 100 milhões de recursos disponíveis para a indústria automotiva investir em inovações.
Para viabilizar o desenvolvimento, coloca à disposição 76 Unidades EMBRAPII, centros de pesquisa de ponta credenciados e distribuídos pelo país - o Instituto Eldorado é uma Unidade EMBRAPII credenciada para atuar com a indústria. Mais de 1600 projetos já receberam o apoio da EMBRAPII, totalizando mais de R$ 2,2 bilhões em investimentos.
Sobre o Instituto de Pesquisas Eldorado
Referência em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação no Brasil, o ELDORADO possui 23 anos de experiência na criação de soluções inovadoras para empresas nacionais e internacionais nos segmentos de Tecnologia da Informação e Comunicação, Automotivo, Agro, Energia, Óleo & Gás, Saúde e Indústria 4.0. Presente em Campinas, Manaus, Porto Alegre e Brasília, o ELDORADO possui laboratórios de classe mundial, sendo protagonista em inovação aberta e na catalisação de fomentos e incentivos para execução de projetos. O Instituto conta com mais de 1.600 profissionais especializados em áreas chaves como Microeletrônica, Desenvolvimento de Soluções em Hardware e Software, Testes e Certificações, além de Capacitação Tecnológica. O ELDORADO investe intensamente na geração de conhecimento e na capacitação de sua equipe para promover resultados diferenciados para seus clientes.
Presente na vida, no coração e na garagem dos brasileiros há 69 anos, a Volkswagen é a maior produtora de automóveis do Brasil, com mais de 24 milhões de veículos fabricados, e a maior exportadora da história, ultrapassando a marca de quatro milhões de carros embarcados. Com capacidade para desenvolver e produzir veículos de forma completa, seus produtos se destacam pela segurança, tecnologia e design, como o novo Polo, Virtus, Taos, Nivus e T-Cross, estes últimos modelos juntos alcançaram a liderança no segmento SUVs compactos no mercado brasileiro em 2021. No Brasil, a empresa possui quatro fábricas e um centro de distribuição de peças e acessórios, além de cerca de 500 concessionárias. Em constante evolução tecnológica, a empresa investe permanentemente na mobilidade sustentável, na conectividade e na digitalização como temas estratégicos para o futuro.
Semana com quatro dias? Empresário revela como mudanças podem mudar jeito de trabalhar no Brasil
Já imaginou ter um final de semana com um dia a mais? Pois é. A semana de trabalho com quatro dias está começando a virar realidade em alguns lugares do mundo. Mas, será que essa jornada reduzida daria certo no Brasil? Para o empresário e administrador especialista em finanças, Lucas Battistoni, a resposta é: depende.
Segundo Lucas, ele é um dos defensores da remuneração ligada à performance de cada funcionário, bem como a uma jornada de trabalho menor, para que as pessoas tenham uma maior qualidade de vida. No entanto, para isso, seria necessária uma produtividade muito maior do que costumamos ver no Brasil.
Créditos - Foto Lucas Battistoni: Arquivo Pessoal Foto Ilustrativa: pixabay
“Sou um grande adepto de uma redução de carga horária e de até mesmo liberar a carga horária, deixando a pessoa gerir como ela quiser o seu tempo de trabalho, mas isso só pode vir efetivamente quando a sociedade ou quando o próprio trabalhador tiver uma baita consciência de entrega em termos de compromisso, de autogestão, disciplina e tudo mais”, explicou.
Na Inglaterra, pesquisadores da Universidade de Oxford e da Universidade de Cambridge vão fazer pesquisas sobre a semana de trabalho de 4 dias.
Os testes começam em junho de 2022 com cerca de 30 empresas em todo o Reino Unido e devem durar pelo menos seis meses. O objetivo de monitorar mudanças na produtividade e na satisfação dos funcionários.
Battistoni já teve uma experiência parecida enquanto morou e trabalhou na Alemanha, país que tem uma das cargas horárias mais reduzidas do mundo. No entanto, as diferenças do Brasil não são só profissionais, mas também culturais.
“Não vemos na Alemanha o trabalhador usando celular no horário de trabalho. Aquele horário é de foco e dedicação total. Uma pessoa tem uma produtividade altíssima, mesmo trabalhando menos tempo”, contou.
Por fim, o empresário reafirmou que acredita que a mudança pode ser algo extremamente positivo, já que produção e carga horária extensa não precisam estar ligadas, mas, para o brasileiro, ainda há um longo percurso para mudanças relacionadas ao foco, comprometimento e alta produtividade.
Sobre Lucas Battistoni
Lucas Battistoni atua no mercado de vendas diretas e é uma das maiores referências Latino-americanas de marketing relacionamento / canal. Formado em Administração na Alemanha e especializado em finanças, decidiu deixar o emprego no mercado financeiro e empreender buscando construir liberdade e independência financeira, a qual conquistou aos 25 anos.
Tornou-se especialista no desenvolvimento e formação de líderes de alta performance, já visitou mais de 50 países, muitos deles dando treinamentos e palestras ensinando pessoas a empreenderem do zero e a construírem a mentalidade correta para gerar resultados. É autor de 2 livros sobre o tema, o mais recente deles o Best Seller, “SÓ VAI, SABEDORIA PARA SER LIVRE” lançado pela editoria Buzz.
Atualmente além de uma equipe de vendas com mais de 100.000 representantes e faturamento anual acima de 500 milhões, Lucas é sócio da We Invest, fundo multimercado e da Futurum, venture builder especializado em desenvolvimento de Startups.
Wpp: +55 21 97024-1857